VISITA A CASA DO KASSAB
sábado, 12 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Como Surgiu o "Dia Internacional da Mulher".
O Dia Internacional da Mulher é comemorado no dia 08 de março. É uma data comemorativa para a celebração dos feitos econômicos, políticos e sociais que foram alcançados pela mulher.
A proposta do dia internacional da mulher foi iniciada na virada do século XX, durante o processo de industrialização e expansão econômica, que levou a grandes protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricasde vestuário têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 08 de março de 1857 em Nova Iorque. O protesto requeria melhores condições de trabalho e salários mais altos.
Porém o que levou mesmo a essa data ser comemorada mundialmente foi a tese do incêndioprovocado na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também ocorreu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911. Onde foi registrada cerca de 146 mortes. Segundo relatos, cerca de 129 trabalhadoras foram trancadas e queimadas vivas. O incêndio da fábrica Triangle, é até hoje, o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Depois desse episódio, muitos outros protestos foram feitos, e um que se destacou foi o de 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução da carga horária, melhores salários e o direito de voto. Sendo assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher seguiu-se em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910 ocorreu a conferência internacional sobre a mulher em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista. Em 1911 ocorreu uma manifestação que reuniu mais de 1 milhão de mulheres na Europa, assim, o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Manifestantes contra o aumento chamam a atenção na Paulista...
Pela oitava semana consecutiva, ativistas protestaram contra a alta das passagens de ônibus em São Paulo.
Pela oitava semana consecutiva, ativistas protestaram nesta quinta-feira (3) contra a alta das passagens de ônibus na capital paulista. Aproximadamente 1.500 pessoas participaram do protesto, que percorreu um trecho da Avenida Paulista, e depois seguiram pela rua da Consolação até a prefeitura.
O ato tomou as ruas próximas ao centro financeiro de São Paulo em meio à chuva intermitente do começo da noite e forte aparato policial. Mais de 120 policiais acompanharam a caminhada a pé ou com carros e motos, que cercaram a passeata por todo o percurso.
Apesar de reunir um número menor de pessoas, os ativistas chamaram atenção das pessoas que passavam pela avenida Paulista. Panfletos e gritos de ordem explicavam as reivindicações do grupo para a população.
Na manifestação anterior, cerca de 5 mil pessoas protestaram contra o reajuste das passagens de ônibus de R$ 2,70 para R$ 3, nos primeiros dias do ano. A variação de 11,11% é considerada abusiva pelo movimento.
Diante da sede da prefeitura, houve momentos de tensão quando bexigas com tinta foram atiradas contra o prédio. A Força Tática da Polícia chegou a avançar, batendo os cassetetes nos escudos e intimidando os manifestantes que ainda permaneciam no local. Naquele momento, a maior parte das pessoas havia dispersado.
Para esta sexta-feira (04), está marcada uma reunião entre os ativistas e representantes da Secretaria de Transportes, que agendou uma reunião de "esclarecimento dos custos dos sistema de transporte público".
Na próxima quinta-feira (10), o movimento promete fazer um ato diante da residência do prefeito Gilberto Kassab (DEM), com concentração na frente do Shopping Iguatemi, a partir das 17h. O nono ato contra o aumento está marcado para a semana seguinte, no dia 17, diante do Teatro Municipal.
O ato tomou as ruas próximas ao centro financeiro de São Paulo em meio à chuva intermitente do começo da noite e forte aparato policial. Mais de 120 policiais acompanharam a caminhada a pé ou com carros e motos, que cercaram a passeata por todo o percurso.
Apesar de reunir um número menor de pessoas, os ativistas chamaram atenção das pessoas que passavam pela avenida Paulista. Panfletos e gritos de ordem explicavam as reivindicações do grupo para a população.
Na manifestação anterior, cerca de 5 mil pessoas protestaram contra o reajuste das passagens de ônibus de R$ 2,70 para R$ 3, nos primeiros dias do ano. A variação de 11,11% é considerada abusiva pelo movimento.
Diante da sede da prefeitura, houve momentos de tensão quando bexigas com tinta foram atiradas contra o prédio. A Força Tática da Polícia chegou a avançar, batendo os cassetetes nos escudos e intimidando os manifestantes que ainda permaneciam no local. Naquele momento, a maior parte das pessoas havia dispersado.
Para esta sexta-feira (04), está marcada uma reunião entre os ativistas e representantes da Secretaria de Transportes, que agendou uma reunião de "esclarecimento dos custos dos sistema de transporte público".
Na próxima quinta-feira (10), o movimento promete fazer um ato diante da residência do prefeito Gilberto Kassab (DEM), com concentração na frente do Shopping Iguatemi, a partir das 17h. O nono ato contra o aumento está marcado para a semana seguinte, no dia 17, diante do Teatro Municipal.
Programação
SEMANA DAS MULHERES
CASS PUC-SP
CASS PUC-SP
Sábado (12/03) | Segunda-feira (14/03) | Terça-feira (15/03) |
Atos pelo Dia Internacional da Luta das Mulheres! Pós ato: Atividade Cultural- Casa Socialista Grupo Pão e Rosas | 18h-19h30 Filme sobre a conquista do voto as mulheres. Responsável: Ana | 18h-19h30 Coletivo Feminista Yabá PUCSP. Responsável: Luiza e Camila |
Quarta-feira (16/03) 18h-19h30 Grupo de Mulheres Pão e Rosas Confirmado | Quinta-feira (16/03) 18h-19h30 Coletivo Feminista Dandara. Responsável: Luiza | Sexta-feira (17/03) Católicas pelo direito de decidir. Responsável pelo contato: Gabi. |
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
MARCHA CONTRA HOMOFOBIA
PLC 122/2006
CARTA DE REPÚDIO AS MANIFESTAÇÕES HOMOFÓBICAS
O CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL DA PUC-SP VEM POR MEIO DESTA EXPRESSAR SEU REPÚDIO A TODAS AS MANIFESTAÇÕES HOMOFÓBICAS E MACHISTAS, MUITAS VEZES EXPRESSAS ATRAVÉS DE ATITUDES COVARDES E VIOLENTAS.
OS APARELHOS IDEOLÓGICOS, TANTO OPRESSORES QUANTO REPRESSORES, PRESENTES EM NOSSA SOCIEDADE VÊM APENAS REFORÇAR TODAS AS FORMAS DE PRECONTECITO QUE MUITAS ACABAMOS NATURALIZANDO E REPRODUZINDO. E ASSIM, PRINCIPIOS ÉTICOS E IGNORANDO A SUBJETIVIDADE, VIOLANDO OS DIREITOS E ESTIGMATIZANDO A DIVERSIDADE SEXUAL.
POR ISSO ALUTA CONTRA O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO É COTIDIANA E SE DA EM TODOS OS ESPAÇOS .
NÃO QUEREMOS SER TOLERADOS E SIM RESPEIDADOS!!!
CENTRO ACADÊMICO DE SERVIÇO SOCIAL PUC-SP – FEVEREIRO DE 2011.
Em 17/02/2011, foi realizado na cidade de São Paulo ato contra o aumento da tarifa de ônibus e mais uma vez o Estado mostrou sua função social.
O protesto contou com a participação de diversos movimentos sociais e organizações de esquerda, composto por jovens estudantes e trabalhadores.
No primeiro ato (13/01/11), os manifestantes já foram recebidos com toda a repressão do Estado, que viola e nega os direitos civis, usando como ferramenta e órgão opressor a policia com práticas truculentas agredindo com gás lacrimogêneo, balas de borracha, cassetetes, spray de pimenta.
Um jovem assistente social foi brutalmente espancado por vários policiais que continuaram desferindo chutes e golpes de cassetetes quando a vítima estava imobilizada no chão. Ele está hospitalizado tendo passado por uma cirurgia de aproximadamente 7 horas, fora as quase as 24 horas que aguardou no corredor do Hospital Servidor Público para liberação de um leito. Cabe lembrar que enquanto aguardava no corredor do hospital ainda sofria ameaça da policia militar em ser detido.
Devido ao fato ocorrido, o Centro Acadêmico de Serviço Social da PUC-SP (A Retomada...) e o corpo discente repudiam qualquer ato por meio do Estado que viole nossos direitos como também qualquer atitude violenta. Exigimos que seja imediatamente apurados os atos cometidos e que o Estado responda por sua atitude covarde e repressora.
Solidarizamos e apoiamos nosso jovem companheiro Assistente Social, e dizemos: “Basta a este Estado opressor”.
Centro Acadêmico Serviço Social PUC-SP
Gestão “A Retomada...”
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
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